“A forma como o paciente é recebido impacta diretamente na adesão ao tratamento e na percepção sobre o cuidado recebido. Um olhar atencioso, um tom de voz acolhedor e o simples ato de chamá-lo pelo nome fazem toda a diferença na experiência do usuário”, explicou a facilitadora.

Leia Também:  Vereador requer ao Ministério da Saúde e a Secretaria Municipal de Saúde a inclusão da vacina contra herpes zoster no calendário vacinal