do de tomate apresentou movimentos opostos entre as praças atacadistas na semana de 27 a 31 de outubro, segundo dados do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea/Esalq-USP). Enquanto algumas regiões registraram queda nos preços, outras observaram valorização, reflexo das diferenças na oferta e no andamento da safra de inverno.
Preços variam entre estabilidade, alta e queda nos principais centros de distribuição
Em São Paulo, o preço médio do tomate longa vida 3A ficou em R$ 55,45 por caixa, representando queda de 15,6% em relação à semana anterior.
No Rio de Janeiro, o valor se manteve estável, com média de R$ 55,35 por caixa.
Em Belo Horizonte (MG), houve alta expressiva de 21%, com o produto negociado a R$ 57,77 por caixa.
Já em Campinas (SP), o preço permaneceu sem variação, em R$ 83,84 por caixa.
Minas Gerais registra alta com menor oferta em Araguari
A elevação nas cotações em Belo Horizonte está relacionada à redução da oferta de tomate oriundo de Araguari (MG), região que se aproxima do encerramento da safra. Como Araguari tem papel relevante no abastecimento da central mineira, a menor disponibilidade resultou em preços mais altos no atacado local.
Safra de inverno pressiona preços em São Paulo
Em contrapartida, a queda nos preços em São Paulo é consequência da intensificação da segunda fase da safra de inverno, que ampliou o volume disponível no mercado. Essa maior oferta exerceu pressão sobre as cotações, mesmo diante da estabilidade observada em outras praças.
Estabilidade no Rio de Janeiro e em Campinas
Nos mercados do Rio de Janeiro e de Campinas (SP), não houve mudanças significativas na oferta de tomate durante o período analisado, o que explica a manutenção dos preços.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio




























